Um exemplo:
partindo do princípio que em média,grande parte das famílias portuguesas gasta em compras no hipermercados 300 euros mensalmente, num ano terá gasto lá 3600 euros.
Imaginemos agora que 200 000 famílias passam a não comprar nos hipermercados,mas sim na praça,nas mercearias de bairro,no pequeno comércio.Ao fim de cada ano seriam menos
200 000 x 3 600 euros = 720 000 000 (setecentos e vinte milhões de euros)!!! a entrar nos bolsos dos Pingos doce,Continente (que por acaso ou se calhar não)têm donos que são os mais ricos de Portugal.Para além destes outros hipers,merecem a mesma consideração,isto é,nenhuma.Com menos esta entrada em caixa não vão abaixo,mas faz mossa.Em contrapartida,esse dinheiro iria permitir manter e até criar postos de trabalho na agricultura,no pequeno e médios comércio e indústria.
Esse montante equivaleria práticamente ao que os bancos(segundo diz o governo)vão disponibilizar para financiar este sector.
A única dificuldade nisto tudo, reside em convencer as pessoas a mudar um pequeno hábito,que aliás não custa nada e até pode poupar dinheiro:mudar de local onde se fazem as compras.
Um bom movimento de opinião,desde o boca a boca,passando pelo facebook,sindicatos, partidos,etc... poderá conseguir fácilmente o objectivo.
Pessoalmente,desde início de Maio 2011(altura em que Pingo doce e Continente boicotaram o 1º de Maio dos seus trabalhadores) não voltei a pôr os pés nestes dois establecimentos e muito pouco ou quase nada em algum de outras cadeias comerciais.
Não custa nada,experimente.
Imperativo
Há 1 hora
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