quinta-feira, 21 de maio de 2009

Monopólio partidário (continuação)

Ao Rogério
Ao Anónimo
Ao Antońio
À Lúcia
Vou tentar responder a todos ,sem me alongar muito.
Utilizo o termo independente,sem grande rigor,mas por ser o mais usual em gíria política.Apartidário,seria porventura o mais correcto.Neutral,para mim é aquele que não tem opinião ou não tem opções políticas (ou outras )definidas.
Independente,apartidário,significa tão só que não está inscrito,vinculado a um partido.NÃO SIGNIFICA QUE SEJA CONTRA OS PARTIDOS,NÃO SIGNIFICA QUE NÃO TENHA OPÇÕES POLÍTICAS BEM DEFINIDAS,NÃO SIGNIFICA QUE SEJA AMORFO,QUE NÃO APOIE PARTIDOS,QUE NÃO INTERVENHA POR MÚLTIPLAS FORMAS EM CAUSAS DE INTERESSE PÚBLICO .
Pelo contrário.
O independente é interventivo.Tem opinião e participa.Mas não se sente obrigado a seguir pela arreata dum partido,quando vê ou pensa , que aquilo que lhe propôem não é o caminho
certo .
Há muita política e vida para além da vida partidária!
Seguramente teriamos cidadãos mais conscientes e interventivos se os partidos(todos) em vez de quererem contolar tudo,estimulassem,ouvissem os cidadãos(a começar pelos seus próprios militantes e simpatizantes.
Os partidos sem excepção,burocratizam-se eles próprios.
Entram em pânico quando algum ou alguns militantes assumem interna ou públicamente discordâncias em relação à linha dominante no partido! Veja-se o que se tem passado com todos eles:PSD;CDS; PS;PCP ;BE; ainda tão recentemente !!!!
O independente,não é seguramente melhor ou isento de erros ou defeitos que os que pertencem aos partidos.Está è numa posição que lhe permite muitas vezes ter uma sensibilidade ou opinião mais próxima do ccidadão comum,não limitado pela estrita e quantas vezes estreita visão partidária.
Para quebrar a rigidez,sectarismo,intolerância partidária é necessário que alguém de fora force os partidos a abrirem-se á comunidade.Não basta dizer,entrem nas nossas listas,apoiem-nos,votem em nós.
Basta ver o que se passa actualmente por todo o país,no que toca a eleições autarquicas,nomeadamente em Lisboa, e Alcobaça e sabe-se lá em quantos outros concelhos:a esquerda ,independentes incluidos,tem já cinco candidatos à Camara !!! O PSD esfrega as mãos de contente, è claro!!
Aqui em Alcobaça,só não haverá uma candidatura unitária e ganhadora se os direcções partidárias nacionais,o impedirem,à semelhança do que aconteceu
repetidamente em eleições anteriores.
Se puserem de lado sectarismos sem o menor sentido a nível local,se derem ouvidos aos cidadãos,outro galo cantará!!

21 de Maio de 2009 22:49

Este texto é uma resposta aos comentários feitos pelos pelos amigos Rogério e António Matos ( pela Lúcia Duarte que não tenho o prazer de conhecer e Anónimo ) na minha postagem anterior de 19 de Maio. Por todos eles serem um quanto diferentes mas incisivos,recomendo a sua leitura.


terça-feira, 19 de maio de 2009

O monopólio dos partidos nas eleições

Os partidos não são todos iguais.
E daí?
Não há lugar a correntes de opinião diferentes?
Os partidos esgotam as opções políticas dos cidadãos?
Por que é que os cidadãos se revêem cada vez menos nos partidos existentes?
Por que é que a abstenção é cada vez maior?
As respostas a estas perguntas,cada vez mais insistentes, ainda não foram dadas.
Ou quem ensaiou respostas,não foi convincente.
A verdade é que o descrédito em relação aos partidos aumenta.E, ou se encontram soluções democráticas ou a tentação autoritária ganhará força.Não só em Portugal como eventualmente em muitos outros estados,nomeadamente europeus.Não se deve correr esse risco.
A solução passará,em parte, inevitávelmente,por uma maior responsabilização dos partidos que governam.Não podem continuar impunes quando sistemáticamente burlam o eleitorado! Durante o periodo eleitoral prometem uma coisa e mal chegam ao governo fazem outra.
A título de exemplo: O PSD (durão Barroso) prometeu um choque fiscal -baixa de impostos.E assim ganhou as eleições.A sua primeira medida de governo foi aumentá-los!
Com o PS e Sócrates passou-se o mesmo!
O(s) Presidente(s) da República, Sampaio e Cavaco exigiram-lhes o cumprimento dessas promessas?Claro que não.Foram coniventes com a mentira. Ou não tivessem vindo eles desses mesmos partidos !
A solução passará também, por entre outras alternativas,a de os partidos não deterem em regime de monopólio, a possibilidade de concorrer aos órgãos de soberania e repartirem entre si ,rotativamente,os cargos de estado,empresas públicas e outros tachos.Nomeadamente,o poder judicial,pseudo independente!!
Um partido constitui-se com 5000 assinaturas. A partir daí,pode concorrer a eleições e ter menos votos que esses ,que ninguém lhe retira a qualidade de partido.Continua a poder concorrer,ter tempo de antena ,receber subsídios.
E os cidadãos não inscritos nos partidos,que são nada menos que 95% ?
Actualmente só lhes resta concorrerem á sombra dum partido,para este poder mostrar quanto é abrangente, absterem-se ou votar no que consideram o mal menor.
Não é possível fazer listas de independentse para as legislativas,porquê ?
Para concorrer às eleições autarquicas em listas de independentes é necessário colher antecipadamente mais assinaturas que militantes tem o conjunto dos partidos nessa autarquia. A regra é:tantas assinaturas quanto o resultado encontrado pela fórmula seguinte:númmero de eleitores a dividir pelo triplo de eleitos para cada órgão.
Por exemplo no concelho de Alcobaça: sendo 50 000 eleitores ,serão eleitos sete vereadores para a câmara.Donde 50 000 a dividir por 21 teremos 2380 .
2380 assinaturas para concorrer à câmara como independentes,quando os partidos todos juntos,nem 500 inscritos terão,e para concorrerem basta-lhes os nomes dos que compõem as listas!!!
Alguns partidos em Alcobaça,em eleições passadas obtiveram menos votos do que assinaturas são necessárias para se poder concorrer com uma lista de independentes!!
Se isto não é monopolismo partidário,é pelo menos um grave entorce e atrofia democrática.
Voltaremos ao assunto com outras questões e exemplos.
De momento,reafirmamos:
os partidos têm de devolver-nos parte dos poderes que detêm em exclusivo,hoje,que ontem já era tarde!

domingo, 10 de maio de 2009

Portugal:o regime democrático-partidário-monopolista

Trinta e cinco anos consecutivos de democracia em Portugal ,não é pequena façanha,para um país que nunca antes soube o que isso era,nos seus novecentos anos de história !
Bem vistas as coisas,a democracia é ainda uma criança em práticamente todo o lado onde existe,mesmo nos países que se reclamam de democráticos há mais tempo e onde está mais crescidinha.
Estados há em que a dita , ainda nem sequer nasceu.
Não admira pois,que em Portugal não tenhamos um regime democrático perfeito ou perto disso.
A democracia ,em boa verdade,tarde ou nunca será perfeita,pois quanta mais temos,mais necessitamos,mais exigentes somos e seremos no futuro.
Democracia e liberdade(s) não é só votar nos partidos ,de tempos a tempos,para eleger governantes.
Queremos mais ,muito mais !
Para só falar de um aspecto mas muito importante ,há que reconhecer sem hesitações,que os partidos em Portugal,têm tido um papel imprescindível no desenvolvimento e consolidação da democracia.
Porém,nada justifica que decorridos 35 anos,se tenham tornado verdadeiros monopólios do poder de iniciativa,participação e exercício do poder, práticamente a todos os níveis.
Quem não pertence ou não diz amén a um partido, tem menos hipóteses de se fazer ouvir ou participar da coisa pública que de fazer passar um elefante pelo
buraco duma agulha ou,modernamente,ser totalista no euromilhões!
Os cidadãos inscritos no conjunto dos partidos portugueses não são,porventura, mais que 200 mil numa população de 10 000 000. E dentre os inscritos,não serão mais que 20 000 a participar regularmente nas actividades partidárias e destes,com toda a certeza, são em número muitíssimo menor os que
participam na tomada das decisões mais importantes de todos eles.
Contas feitas e na melhor das hipóteses :
só um em cada cinquenta cidadãos está inscrito num partido;
só um em cada quinhentos participará regularmente nalguma actividade partidária.
E,como toda a gente sabe,as decisões mais importantes ,são tomadas em cada partido,por elementos dos órgãos de direçcão,o que reduz os decisores político-partidários a um número insignificante da população portuguesa.
As leis feitas por estes mesmos partidos que regulam o direito do cidadão poder, por exemplo, candidatar-se como independente em eleições aos órgãos de soberania, na prática,em vez de possibilitar ,impedem;em vez de facilitar e estimular uma democracia participada, inibem e dificultam.
Os partidos monopolizam a actividade política e não só !Não abrem mão dos seus injustificáveis(actualmente) privilégios.
O resultado é o seu descrédito e a abstenção crescentes.
Por isso,senhores partidos: vão ter que nos devolver parte desses poderes ! Hoje,porque ontem já era tarde !

domingo, 3 de maio de 2009

Vital Moreira e a demagogia

O Vital Moreira foi agredido na manifestação do 1º de Maio em Lisboa,promovida pela CGTP.
O que as imagens televisivas mostram é que foram um ou dois indivíduos (entre muitos milhares de manifestantes) exaltados,que o fizeram.Vários outros que se encontravam próximos,tentaram impedi-los e até criaram uma barreira de protecção para que ele pudesse sair sem mais incómodos.
Óbviamente,tais actos de sectarismo e intolerância são lamentáveis e inadmissiveis, em democracia. Mesmo sendo actos isolados e incontroláveis ,como parece ter sido o caso.
Porém,isso não justifica que Vital e o Partido Socialista partam daí para atribuir
a culpa do sucedido ao PCP e à CGTP.
Quando o fazem e como o fazem(ver blog Causa Nossa) estão a ser tanto ou mais sectários e divisionistas quanto aqueles a quem acusam.
Temos ainda na memória o que aconteceu na Marinha Grande ,há cerca de vinte anos,na campanha eleitoral para as presidenciais,em que Mário Soares sofreu ataque idêntico.O resultado foi o que se viu.
O PS parece que precisa de estímulo idêntico para as eleições que se avizinham,o que até se compreende devido á sua política desastrosa em vários domínios.
O Vital Moreira, pelo contrário,por uma questão de coerência mínima,deveria afirmar-se pelo seu próprio valor (que tem e lhe é amplamente reconhecido) e não,embarcar na demagogia barata que o PS lhe serve oportunistica e abundantemente.
O que valeu na altura,a Soares, pode muito bem virar-se agora , contra o Vital.
Esperemos ,para ver .

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Justiça (5)

O presidente do sindicato dos magistrados do ministério público,João Palma,mal acabou de ser eleito,a primeira declaração pública que fez, foi a de que queria uma conferência com o Presidente da República para lhe comunicar as pressões que estavam a ser feitas sobre os magistrados do ministério público que investigam o caso Freeport. Só ao Presidente da República as comunicaria.
A dita conferência ocorreu ontem.
O que lá foi dito ,não se sabe.
Há aqui qualquer coisa de estranho,que não bate certo.
A primeira : como è que ele ainda antes de ser eleito,teve conhecimento das ditas pressões ?
A segunda :quem o informou ?
A terceira :a que título foi informado ?
Quarta:quem o informou a ele,porque razão não informou o Procurador Geral da República.
Quinta :ou terá recorrido a ele, porque foi informado o Procurador Geral e este não ligou peva ao assunto?
Sexta:se só comunica ao Presidente da Repùblica e não ao Procurador Geral,seu máximo superior hierárquico,é porque não confia nele,isto é,desconfia dele.
Sétima:se não confia nele,qual a razão?
Oitava:não tinham os investigadores que terão sido pressionados a obrigação de participar por escrito,criminalmente contra aqueles que os pressionaram?
Nona :fizeram-no?
Décima:se o não fizeram, a entidade competente para denunciarem as pressões era um candidato a presidente do sindicato?
Décima primeira:não haverá aqui mais uma violação do segredo de justiça?
Décima segunda: ou o presidente do sindicato tem razão para não confiar no Procurador Geral da República ou não tem.Em qualquer dos casos ,quanto tempo vamos ter de esperar para vermos um ou outro como arguido ou com processo disciplinar?
Décima terceira: até quando ,acreditará o cidadão na justiça feita por estes interpretes ?

terça-feira, 28 de abril de 2009

Pausa para publicidade...

Volte à sua melhor forma. Livre-se de tensões, relaxe, corrija a postura, tonifique os músculos e articulações, conecte-se com a sua respiração, a sua força vital, aumente a energia e vitalidade, e sobretudo conheça-se, seja você mesmo, em plenitude, através desta filosofia milenar.

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domingo, 26 de abril de 2009

Nuno Àlvares Pereira - santo?

O nosso herói nacional ficou na nossa memória pelas batalhas que venceu, especialmente a de Aljubarrota.

Poderá ter sido tudo ,naquele tempo,menos santo.
Que o classifiquem agora como tal(seicentos anos decorridos) ,é uma maldade inqualificável que se faz ao nosso património histórico,à nossa inteligência ,ao nosso patriotismo, aos jovens de hoje e aos vindouros.

A igreja católica tem o direito de rezar a quem entender, mas deveria ter também a humildade e o cuidado de não se apropriar ,usar e abusar da história dum povo.

Que qualquer órgão do estado português ,estado laico, do Presidente da República ao simples autarca de freguesia se faça representar neste acto, constitui uma violação dos seus deveres constitucionais.

sábado, 25 de abril de 2009

25 de Abril


25 de Abril 74

O primeiro dia de liberdade do Povo Português em toda a sua história !

Esperemos que para sempre.




http://4.bp.blogspot.com/_QFp2P6UH-OE/R_ailsUFODI/AAAAAAAAA68/Htd9JntN128/s800/25-abril-cravo-1a.jpg

sábado, 18 de abril de 2009

Livros (7) Marching powder


Portugal é um país mesmo bom. Apresento provas!

Livro: Marching powder

Autor: Rusty young

O livro conta a história real de um traficante de droga inglês que foi preso na Bolivia. É um relato autobiográfico. Mas é...surreal!

O tipo é preso por uma traiçao do chefe da policia do aeroporto a quem tinha subornado para lhe garantir um salvo conducto em caso de necessidade. Dali é enviado para a prisao temporária, durante a instruçao do processo. Ali, onde esteve cerca de 1 mês sem ser ouvido em tribunal, quase morre de fome e doença porque como não tinha dinheiro para pagar aos guardas para eles lhe levarem comida. Logo, nao tem comida! Nem comida nem nada mais que uma cela fria e imunda. Dali, e quase a morrer, extremamente doente, implora para o levarem ao tribunal e enviarem a prisao. Consegue porque os guardas percebem que ele não tinha mesmo dinheiro para dar-lhes. Depois de uma rápida passagem pelo tribunal despejam-no na prisao, a principal de La Paz, a capital da Bolivia. Quase a morrer passa a primeira noite na prisao, entre alucinaçoes e incredulelidade. Ninguém lhe diz nada, nem qual é a sua cela, nem como alimentar-se nem nada. Dorme ao relento num canto imundo. No dia seguinte, e já convicto que ia morrer, é abordado por um boliviano-americano que fala inglês e que tem pena e o orienta. Acolhe-o e explica-lhe como funciona tudo. Básicamente funciona tudo como fora da prisao: tudo é pago. Se quer comer é pago. Se quer assitência médica é paga. Se quer uma cela é paga. !!! Mas como alguém que acabou de ser preso e despossado de tudo (roubado pelos guardas) tem dinheiro para pagar a própria cela!? Pagar a própria cela! Ou seja, comprá-la! Literalmente. As celas, que iam desde mini apartamentos a cantos imundos, sao compradas e vendidas entre os presos, com contrato de compra e venda, e o seu valor oscila tal qual em qualquer outro mercado! O mercado varia, por exemplo, se ao EUA decidem fazer pressao para controlar o tráfico, e há uma repentina remessa de novos presos, o valor das celas sobe... E também há bairros e classes sociais dentro da prisao. E restaurantes. E lojas. E... 

Os guardas, desde o director da prisao, ao mais baixo ranking sao todos corruptos. TODOS. Inclusivé, há luta entre os guardas prisionais para serem destacados para aquela prisao, já que tem fama de ser nela que se conseguem mais e melhores “ajudas” e “comissoes”. Os advogados e juízes também estao todos metidos no esquema. Boa parte dos custos judiciais sao para untar o juiz. Não que isso signifique ser absolvido, mas pelo menos é menos provavel receber sentença máxima. Outra coisa que quase todos fazem é consumir drogas, nomeadamente cocaina, que se consomequase como café, apesar de ser ilegal e a causa principal do sobrelotamento das cadeias. 

O tipo, entretanto já recuperado e integrado descobre que a cadeia é o sitio onde se fabrica grande parte da droga produzida na Bolivia, e sem duvidas a de maior qualidade. Ou seja, a droga que ele comprava fora da prisao e traficava, e pela qual foi preso, é frabicada dentro da própria prisao! Na prisao também  vivem mulheres e crianças. As mulheres e crianças dos reclusos! Reclusos? Sim, mas não tanto. Pagando pode-se sair. Numa dessas saidas acompanhadas (e pagas) e heroí de ocasiao conhece uma tipa na discoteca. Uma israelita que estava de férias. Ele leva-a a passar a noite na sua cela na prisao! Ela gosta, apaixonam-se. Ela acaba por ficar umas semanas! E acaba por convidar os amigos dela a vir ver também este cenário surreal! Aí começa o novo negócio do nosso traficante: visitas guiadas à prisao, sobretudo para turistas ocidentais! Em algum tempo tornam-se tao populares que passam a fazer parte do roteiro turístico de guias internacionais! Mais tarde esse negócio é roubado e continuado por outros gangues da prisao! Uma das coisas normais que os turistas fazem na prisao, naturalmente, é consumir a melhor cocaína da Bolivia!


Depois deste livro, quando leio noticias sobre a América central, sobre golpes de Estado, instabilidade politica, revoluçoes, Chavez e Morales, esquerdas e direitas, sobre a violência, sobre a produçao e o tráfico de drogas, sobre eleiçoes, sobre turismo, etc., fico sempre com aquela sensaçao de que não faço a minima ideia do que se passa realmente por lá. É outro sistema, ou outro nivel. Quem sou eu para mandar bitaites, apoiar este ou aquele, ditar soluçoes, salvaçoes e razoes?!

Ao pé disto o sistema português até é...bastante...quase legal...mais ou menos sério...relativamente confiável...razoavelmente eficiente! Portugal é mesmo bom.